Sunday, November 15, 2009
Friday, November 06, 2009
leio - ainda - os jornais atrasado. mas enfronho-me nas discussões. tudo parece encaminhar-se. não passo mais batido pelo mundo.
lamento não haver sido aprovado para o próximo curso da abraji. lamento como se tivesse sido recusado num jantar ou num almoço.
estudo o terceiro módulo do curso da abraji e sinto repulsa do teatro. repentina. algo como se fosse perda de tempo. não é, mas é o que fica.
Gerald Thomas said...
Vc me manda um email enigmatico.
Te mando VARIOS.
mas vc simplesmente nao responde.
Por que nao.
LOVE
G
lamento não haver sido aprovado para o próximo curso da abraji. lamento como se tivesse sido recusado num jantar ou num almoço.
estudo o terceiro módulo do curso da abraji e sinto repulsa do teatro. repentina. algo como se fosse perda de tempo. não é, mas é o que fica.
Gerald Thomas said...
Vc me manda um email enigmatico.
Te mando VARIOS.
mas vc simplesmente nao responde.
Por que nao.
LOVE
G
encomendo o dicionário lula. embora não saiba direito para quê; para tentar entender a influência da verve nos desmandos do dia-a-dia? há tanto, mas tanto, a ler e compreender (tentar, pelo menos)...
vejo a queda de requião na foto da folha e não gosto. questão de gosto ou realmente é algo que não deveria aparecer - a queda da autoridade? não sei, mas descambo no conservadorismo, isso é mais do que certo.
começo a entender que quem faz minha história sou eu mesmo. começo a entender que não sou obrigado a ter uma vida que não quero. preciso voltar ao jornalismo? sim, e não. sim, porque sem jornalismo eu me sinto menor. não, porque posso viver meus dias integralmente sem ele.
vejo a queda de requião na foto da folha e não gosto. questão de gosto ou realmente é algo que não deveria aparecer - a queda da autoridade? não sei, mas descambo no conservadorismo, isso é mais do que certo.
começo a entender que quem faz minha história sou eu mesmo. começo a entender que não sou obrigado a ter uma vida que não quero. preciso voltar ao jornalismo? sim, e não. sim, porque sem jornalismo eu me sinto menor. não, porque posso viver meus dias integralmente sem ele.
Thursday, November 05, 2009
gosto da abertura de doctor faustus, de marlowe. entendo 60%, quiçá. mas avanço. enquanto peno
eu havia começado pelo começo (do livro). pego Dido, Rainha de Cartago. mas tanto simbolismo e tantas palavras difíceis me desanimaram. em Faustus avanço melhor e tudo tem mais graça.
a entrada e saída dos anjos bom e mau é hilária, em doctor faustus. simples e eficaz; gosto.
e ouço malmsteen sem parar. algo nele me inebria. talvez algo de sua origem clássica. tudo parece sempre o mesmo, mas não cansa
eu havia começado pelo começo (do livro). pego Dido, Rainha de Cartago. mas tanto simbolismo e tantas palavras difíceis me desanimaram. em Faustus avanço melhor e tudo tem mais graça.
a entrada e saída dos anjos bom e mau é hilária, em doctor faustus. simples e eficaz; gosto.
e ouço malmsteen sem parar. algo nele me inebria. talvez algo de sua origem clássica. tudo parece sempre o mesmo, mas não cansa
Wednesday, November 04, 2009
resolvo entrar no teatro elisabetano da forma mais difícil. lendo os originais de marlowe.
peno como um condenado. mas deverá valer a pena.
em liz, os satyros citam marlowe. e me interesso deveras. ele está lá.
sinto que nisso estamos juntos, todos. nesse diálogo com a tradição.
mas não gosto muito do que vejo. sei lá, tudo tão jogado. mas é o que é. aceitar, de resto.
eis que aos poucos, entro no gosto do palavreado. não entendo tudo, mas avanço.
e gosto como amora me conduz pela mão para curtir hamlet. sempre precisei e ainda preciso de professores à monta. só assim para enfrentar desafios que eu ainda me incentivo a sobrepujar.
cansa, ler tanto jornal. mas acrescenta. não recuso comprá-lo todo santo dia. um dia, assino. quando o hábito for maior que o monge.
peno como um condenado. mas deverá valer a pena.
em liz, os satyros citam marlowe. e me interesso deveras. ele está lá.
sinto que nisso estamos juntos, todos. nesse diálogo com a tradição.
mas não gosto muito do que vejo. sei lá, tudo tão jogado. mas é o que é. aceitar, de resto.
eis que aos poucos, entro no gosto do palavreado. não entendo tudo, mas avanço.
e gosto como amora me conduz pela mão para curtir hamlet. sempre precisei e ainda preciso de professores à monta. só assim para enfrentar desafios que eu ainda me incentivo a sobrepujar.
cansa, ler tanto jornal. mas acrescenta. não recuso comprá-lo todo santo dia. um dia, assino. quando o hábito for maior que o monge.
Monday, November 02, 2009
chega. basta. não adianta querer agradar; eu simplesmente não gosto da maioria do que se faz por aí. não gosto mesmo.
fui às satyrianas à última hora. perdi tudo.
inclusive perdi o respeito do guzik, a quem havia prometido ir ver a febe camacho.
desculpas
inclusive perdi o respeito do guzik, a quem havia prometido ir ver a febe camacho.
desculpas
tento aqui acrescentar algo mais àquilo do twitter. mas há TANTO e tudo É TÃO POUCO, ao mesmo tempo. e preciso TANTO ficar aqui... que coisa, essa. quanto sofrimento por nada. enquanto isso, ouço e agiganto-me com malmsteen.
aos que ficam trata da morte.
é um descaramento, esse, tratar a morte tão cruelmente. mas é como eu vejo.
não vejo menos nem mais que isso.
terá chegado a hora de encarar a vida? talvez.
é um descaramento, esse, tratar a morte tão cruelmente. mas é como eu vejo.
não vejo menos nem mais que isso.
terá chegado a hora de encarar a vida? talvez.
Saturday, October 31, 2009
vamos o osmar e eu ver o prédio com obra. gosto. o osmar tenta a todo momento se aproximar. eu não deixo. não sei o que acontece. que medo
outlook, do brasil econômico, tá QUASE do jeito que gosto. valeram os 4,50. a entrevista com a Mariana Aydar faz me aproximar de mim mesmo
evito conflitos, no prédio. assumo que todos buscam sua felicidade, apenas. mas sempre alguns tentam ocupar mais espaço. natural
gostaria de ir aos satyros, assistir coisas. mas ao mesmo tempo recaio na monotonia da vida que tanto aprecio. talvez vá assistir o antro
não faço arte para fora. para outros. faço apenas para me reaproximar desse de que me afastei, por medo. de mim, claro
evito conflitos, no prédio. assumo que todos buscam sua felicidade, apenas. mas sempre alguns tentam ocupar mais espaço. natural
gostaria de ir aos satyros, assistir coisas. mas ao mesmo tempo recaio na monotonia da vida que tanto aprecio. talvez vá assistir o antro
não faço arte para fora. para outros. faço apenas para me reaproximar desse de que me afastei, por medo. de mim, claro
Friday, October 30, 2009
desconcerta imaginar como dar sentido a toda essa barafunda de dados. não é nec3ssário. basta retomarmos nosso encontro com o umbigo.
muitos desafios, exigirá O QUARTO. isso é quase o que me anima mais. interessante. realmente o sucesso é coisa do demo.
estou bolando a instalação. requererá encomendar um quarto real, feito de painéis construídos sob medida. sairá uns 2,2 mil reais. mais o trampo. só queria saber onde vou deixá-lo, desmontado.
O QUARTO será uma instalação artística construída ao redor de um quarto de empregada real, repleto de dizeres tirados de minha vivência.
queria um espaço para mim.
pronto. consegui.
e agora?
e aí?
logo talvez tenha O QUARTO.
será que quero?
será?
pronto. consegui.
e agora?
e aí?
logo talvez tenha O QUARTO.
será que quero?
será?
